Alô, pessoas! Bem, com este blog pretendo nada além de duas coisas bem simples: Me divertir muito e fazer uma das coisas que mais gosto, ou seja, escrever!! E sobre o que irei escrever, ah, depende! De Sacanear alguem (me incluo nisto) até falar de política, tudo poderá ser postado aqui. Basta que para isto eu sinta vontade para tal. No entanto, em linhas gerais, posso dizer que certamente vou me esforçar para postar as pérolas que ouço, vejo e participo no meu dia. Até porque tendo amigos como o Carlos Albert, Maranhao, John (Seeeeeeeeegue a lista...), decididamente "pérolas" é um termo muuuuuuuuuto corriqueiro ahuahuahua.
PS: Créditos do nome do blog ao Carlos Albert (Vulgo Neto, o Foda)
Mas vamos ao que interessa... Primeira postagem: O Nascimento do Zé do Picadinho!!!! \o/
PS: Créditos do nome do blog ao Carlos Albert (Vulgo Neto, o Foda)
Mas vamos ao que interessa... Primeira postagem: O Nascimento do Zé do Picadinho!!!! \o/
Célio Leal (queeemm???) Tá, táaa.... o Maranhão (agoooora...\o/) sempre foi um rapaz conhecido por todos como uma pessoa alegre, gentil, pedreiro de plantão e portador de uma tremenda timidez (calma, vô pensar na minha pra contar também...) e dotado de uma essência que, ao meu ver, é completamente abençoada. Especialmente quando você tem por hobby sacanear o próximo mais próximo a você. >:]
Com um currículo tão expressionante, quem diria que nosso nobre amigo, acostumado a intimidar donzelas indefesas com seu infalível approach, seria dado como vítima?? Ainda que pairem dúvidas sobre a legitimidade da definição de "vítima" neste caso, vamos dar um voto de confiança ao nosso kalanguinho desta vez. E sem mais delongas... aos fatos!
"No mundo mágico do CESUPA é possível encontrar todo o tipo de criatura. Das mais belas até as mais medonhas. É um mundo dominado pelo intelecto, aulas de bioética terríveis, franjas esvoaçantes, vestidinhos marcantes e muitas, eu disse MUITAS torcidas de pescoço. É sobre o chão destas terras ermas que caminham três cavaleiros: Diogo, o Inominável, pois jamais conseguiram defini-lo em uma palavra apenas. Neto, o Foda, pois ele SEMPRE está com a razão a respeito de tudo (ou ao menos pensa estar) e o Maranhão, o Líder, pois sempre que ele aponta para uma direção, estranhamente as pessoas seguem para o lado contrário.
Era um dia como outro qualquer no CESUPA. Pessoas caminhavam, os pássaros metálicos piavam distante e Maranhão, o Líder, saboreava um delicioso chá-de-cadeira preparado especialmente por Neto, o Foda, esperando para iniciarem uma missão do qual foram incubidos numa reunião extordinária na aurora anterior. No que a irritação do Líder aumentava com a iguaria que parecia não terminar e na medida em que o Sol parecia deslocar-se rapidamente ao ápice do céu, o Líder então resolve descontrair-se numa sala especial do CESUPA, onde fontes mágicas poderosas permitiam acesso instantâneo aos confins de um universo paralelo e viciante.
E um passo simples que em qualquer outro momento mostraria-se óbvio a ponto de passar desapercebido, hoje, especialmente hoje, seria um passo mortal...
O Líder, sempre atento, jamais teria a chance de perceber a aproximação daquela vil criatura, tendo em consideração que ela existe praticamente desde o início dos tempos e certamente esta não era a sua primeira vítima, e não seria a última. A critatura deleitou-se brevemente com sua presa, tão inocentemente destraída, quase entorpecida, alheia à sua presença. Então, silenciosa quanto o ar estagnado ao redor, ela aproximou-se o máximo que pode para então revelar-se, permitindo que o Líder a notasse. E então, aconteceu. Uma sensação morna e suave brotou no pescoço do Líder, deixando-o completamente maravilhado. "Só pode ser uma donzela linda que veio ao meu encontro" e, num movimento brusco, ele vira-se e beija serenamente a criatura, sua boca áspera de dentes tortos, um hálito milenar e, o mais hediondo dos detalhes, um brotamento facial entalhado em sua face, conhecido entre os que conhecem os perigos do mundo como "Picadinho" agora cercavam o Líder por todos os lados. Seus lábios ficaram unidos por um tempo mínimo para os padrões normais, porém, para o Líder, o suficiente para o momento jamais ser esquecido..."
Diogo, O Inominável.
TRÊS VIVAS AO ZÉ DO PICADINHOOOOOOOOOOOOOOOOOO \o/
VIVAAAAAAAAAAA
VIVAAAAAAAAAAAAAAA
VIVAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Com um currículo tão expressionante, quem diria que nosso nobre amigo, acostumado a intimidar donzelas indefesas com seu infalível approach, seria dado como vítima?? Ainda que pairem dúvidas sobre a legitimidade da definição de "vítima" neste caso, vamos dar um voto de confiança ao nosso kalanguinho desta vez. E sem mais delongas... aos fatos!
"No mundo mágico do CESUPA é possível encontrar todo o tipo de criatura. Das mais belas até as mais medonhas. É um mundo dominado pelo intelecto, aulas de bioética terríveis, franjas esvoaçantes, vestidinhos marcantes e muitas, eu disse MUITAS torcidas de pescoço. É sobre o chão destas terras ermas que caminham três cavaleiros: Diogo, o Inominável, pois jamais conseguiram defini-lo em uma palavra apenas. Neto, o Foda, pois ele SEMPRE está com a razão a respeito de tudo (ou ao menos pensa estar) e o Maranhão, o Líder, pois sempre que ele aponta para uma direção, estranhamente as pessoas seguem para o lado contrário.
Era um dia como outro qualquer no CESUPA. Pessoas caminhavam, os pássaros metálicos piavam distante e Maranhão, o Líder, saboreava um delicioso chá-de-cadeira preparado especialmente por Neto, o Foda, esperando para iniciarem uma missão do qual foram incubidos numa reunião extordinária na aurora anterior. No que a irritação do Líder aumentava com a iguaria que parecia não terminar e na medida em que o Sol parecia deslocar-se rapidamente ao ápice do céu, o Líder então resolve descontrair-se numa sala especial do CESUPA, onde fontes mágicas poderosas permitiam acesso instantâneo aos confins de um universo paralelo e viciante.
E um passo simples que em qualquer outro momento mostraria-se óbvio a ponto de passar desapercebido, hoje, especialmente hoje, seria um passo mortal...
O Líder, sempre atento, jamais teria a chance de perceber a aproximação daquela vil criatura, tendo em consideração que ela existe praticamente desde o início dos tempos e certamente esta não era a sua primeira vítima, e não seria a última. A critatura deleitou-se brevemente com sua presa, tão inocentemente destraída, quase entorpecida, alheia à sua presença. Então, silenciosa quanto o ar estagnado ao redor, ela aproximou-se o máximo que pode para então revelar-se, permitindo que o Líder a notasse. E então, aconteceu. Uma sensação morna e suave brotou no pescoço do Líder, deixando-o completamente maravilhado. "Só pode ser uma donzela linda que veio ao meu encontro" e, num movimento brusco, ele vira-se e beija serenamente a criatura, sua boca áspera de dentes tortos, um hálito milenar e, o mais hediondo dos detalhes, um brotamento facial entalhado em sua face, conhecido entre os que conhecem os perigos do mundo como "Picadinho" agora cercavam o Líder por todos os lados. Seus lábios ficaram unidos por um tempo mínimo para os padrões normais, porém, para o Líder, o suficiente para o momento jamais ser esquecido..."
Diogo, O Inominável.
TRÊS VIVAS AO ZÉ DO PICADINHOOOOOOOOOOOOOOOOOO \o/
VIVAAAAAAAAAAA
VIVAAAAAAAAAAAAAAA
VIVAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Um comentário:
olha o novo blog dele!!!!
Megas aventuras do Inominável!!!
bjs meu lindo
t+
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