domingo, 24 de agosto de 2008

Músicas ao leo Comentadas by LaLaLa!!!

Sexta, 22 de agosto de 2008

Tava na Doca (sá nooova) com o trio de beeshas (Léo Bruno e Carlos Albert) fazendo o de sempre: rindo, tomando Coke e falando besteiras de tirar o fôlego. E tava tenso mesmo porque o pessoal tava afiado viu! Carlos Alberto então estava inspiradíssimo (falta de sexo, certeza!! sahuiaehui). E eis que em um dado momento falávamos de músicas e surgiu o comentário sobre "musicas que lembram você". Saíram duas ciosas:

Léo: Viva la Vida, Coldplay
Carlos Albert: Coisas que eu sei, Dani Carlos

Achei a música do Neto de uma veadagem profundamente autista, mas tudo bem. A música da Dani Carlos tem um letra muito legal, não há como negar. Mas ouvir alguém dizer "Ahh eu me vejo mto nessa música" just sounds too gay!!! Enfim né, vamos às músicas:


"Viva A Vida

Eu costumava reger o mundo (Mania velha, velha....)
Mares se agitavam ao meu comando (Abre-te, DOCA!)
Agora, pela manhã, me arrasto sozinho (Algumas centenas de anos pesam, filho!!)
Varrendo as ruas que costumava mandar (Mentira! A dona Tânia jamais deixaria ele varrer algo!)

Eu costumava jogar os dados (Sim, sim, Mestrava muito RPG!)
Sentia o medo no olhos dos meus inimigos (Dragão Vermelho numa cambada de lvl 1.. mas era só um sonho!)
Ouvia como o povo cantava:
"Agora o velho rei está morto! Vida longa ao rei!" (Verso pra encher lingüiça)

Por um minuto segurei a chave (Mas sempre precisava de ajuda pra acertar a fechadura...Drunk!)
Próximo as paredes que se fechavam pra mim (Chegava no quarto)
E percebei que meu castelo estava erguido
Sobre pilares de sal e pilares de areia (Mosqueiro que o diga!! [Mas e o sal? *_*])

Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando (Sim, sim, ele era dessa época)
Os corais da cavalaria romana cantando (Best Friend do César, do "Pila" (Pôncio Pilatos)
Seja meu espelho, minha espada e escudo (Verso do segurança, Léo só sabe manusear garfos!)
Meu missionário em uma terra estrangeira (Verso pra encher lingüiça)
Por um motivo que eu não sei explicar (Sempre enrolando os outros...tsk!)
Quando você se foi não havia
Não havia uma palavra honesta (Mentira, eu falo é na cara mesmo!!)
Era assim, quando eu regia o mundo (De novo?)

Foi o terrível e selvagem vento (Nossa, que sexy...)
Que derrubou as portas para que eu entrasse (êee vontade!)
Janelas destruídas e o som de tambores (Não é todo dia né...)
O povo não poderia acreditar no que me tornei (Leo Namoradeiro?!?! Run to the Mountainnssssss!!!!!)

Revolucionários esperam
Pela minha cabeça em uma bandeja de prata (Ema ema ema, né?? :D)
Apenas uma marionete em uma solitária corda (Essa Ar....é F....êe rapa!!!)
Oh, quem realmente ia querer ser rei? (Nem eu!)

Eu ouço os sinos de Jerusalém tocando (ver comentários láaa pra cima)
Os corais da cavalaria romana cantando
Seja meu espelho, minha espada e escudo
Meu missionário em uma terra estrangeira
Por um motivo que eu não sei explicar
Eu sei que São Pedro não chamará meu nome (Um Filho de Lú é sempre um filho de Lú...sahasuihaeuihasuiahshae)
Nunca uma palavra honesta
Mas, isso foi quando eu regia o mundo" (There was a time...)






Coisas Que Eu Sei (Carlos Albert)

Danni Carlos

Composição: Dudu Falcão

Eu quero ficar perto (Hummmm.....!!)
De tudo que acho certo (Hummmm.....!!)
Até o dia em que eu
Mudar de opinião (Mudar de opinição??! ashasuihaeiu mais teimoso que uma mula, ta foda!)
A minha experiência (Menores de 15...)
Meu pacto com a ciência
Meu conhecimento
É minha distração... (é só um desvio de conduta...)

Coisas que eu sei
Eu adivinho
Sem ninguém ter me contado (Léo fofoqueiro!)
Coisas que eu sei
O meu rádio relógio
Mostra o tempo errado (10min pra frente...e ainda chega atrasasado, esse filho da Josy!!)
Aperte o Play... (HADDOUKEN!!)

Eu gosto do meu quarto
Do meu desarrumado (Compra bom ar!)
Ninguém sabe mexer
Na minha confusão
É o meu ponto de vista
Não aceito turistas
Meu mundo tá fechado
Pra visitação... (esse é o trecho veado/autista ao qual me referi)

Coisas que eu sei
O medo mora perto
Das idéias loucas (Já te falei pra largar dela...)
Coisas que eu sei
Se eu for eu vou assim
Não vou trocar de roupa
É minha lei... (Cascão!!)

Eu corto os meus dobrados
Acerto os meus pecados (porque quer...)
Ninguém pergunta mais
Depois que eu já paguei (lalalala...hein??)
Eu vejo o filme em pausas (Eol tambémmmmm!!! \o/)
Eu imagino casas
Depois eu já nem lembro
Do que eu desenhei.. (É um noob mesmo...)

Coisas que eu sei
Não guardo mais agendas
No meu celular (Prí, prí!!)
Coisas que eu sei
Eu compro aparelhos
Que eu não sei usar
Eu já comprei... (Mentira...liso!)

As vezes dá preguiça
Na areia movediça
Quanto mais eu mexo
Mais afundo em mim
Eu moro num cenário
Do lado imaginário
Eu entro e saio sempre
Quando tô a fim... (Mais um bloco inteiro altamente afetado....)

Coisas que eu sei
As noites ficam claras
No raiar do dia (Meio-dia é raiar do dia? Desde quando?!?)
Coisas que eu sei
São coisas que antes
Eu somente não sabia... (Ki burro!)
Coisas que eu sei
As noites ficam claras
No raiar do dia
Coisas que eu sei
São coisas que antes
Eu somente não sabia...

Agora eu sei...
Agora eu sei...
Agora eu sei...
Ah! Ah! Agora eu sei...
Ah! Ah! Agora eu sei...
Ah! Ah! Agora eu sei...
Ah! Ah! Eu sei! (Tá, tá, tá, tu és o Fodaão, esqueceu?! É claro que tu sabes!! -__-)

terça-feira, 19 de agosto de 2008

ENEF 2008, Sexta, 18 de julho

"Ok Ok senhores!!! Demorou umas semaninhas mas está aí. Ainda faltam alguns dias mas eu vou dar cabo logo logo deles. O principal já ta postado! Divirtam-se, comentem, e deêm sua colaboração, caso desejem, ao email hidromell@gmail.com contando o fato e a data. Sua identidade será mantida em sigilo e se não quiser dar nome aos bois é só dizer. Tenham sempre uma coisa em mente:


Para que uma piada faça efeito, basta que uma única pessoa a compreenda!"



Dia da viagem. Depois de saber como o Coringa esconde uma caneta num “passe de mágica”, sentia que 30 horas ou 30 dias de viagem eram apenas detalhes. Saindo do Iguatemi pegamos um taxi e fomos à Doca. Ao chegarmos, foi cada um pro seu canto e eu fui comprar guloseimas que sustentassem meu corpinho! :D

Saindo do Líder, o primeiro momento de tensão da viagem: Meus pais JÁ estavam lá. E se eles falassem com alguém e descobrissem que o Hotel filezinho pelo qual teoricamente pagaram era na verdade um Reformatório Carne-de-Pescoço?? Não seria nada legal!! Mas aí né, como Lú sempre protege seus filhos (néee nãoo John? Ahauhauha), eles acabaram encontrando o Maranhão que, por sinal, prontamente fingiu uma amnésia muito bem colocada, já conhecendo meu histórico de obras superfaturadas. Tu atéee que não é burro kalanguin! Ahausihasuihuae.

Malas prontas, despedidas pra lá e pra cá, todo mundo deeentro (mas já, hein?!). E quero deixar registrado uma presença que sempre é digna de nota quando eu encontro . Notei uma senhorita. Era o tipo de pessoa que mexe com os meus sentidos. É legal encontrar gente assim porque não se trata de querer ou não aquilo. Simplesmente acontece. Fazem parte dos melhores vôos. Das piores quedas. Mas não irei me aprofundar nisto. Só quis registrar. É como eu disse: melhores vôos. Piores quedas.

Que foi? Curiosidade? Ahuahuahuahua presta a atenção na narrativa, rapaz!

E eis que surge uma figura de estatura mediana, cabelos e bigodes grisalhos que, no entanto, demonstravam uma aparência jovial. E ele anunciara o seguinte:

Boa noite! Eu sou o Sinvaldo e ficarei com a primeira parte da viagem. Depois, vai entrar o Pinto, o outro motorista. E tomem cuidado, não me perguntem onde ta o Pinto porque irei responder que sempre está no lugar!

O fato é que isto aqui merece um capítulo completamente à parte neste ENEF. Não importa o quanto eu tente, me esforce, tenha ajuda ou até faça uma regressão, jamais conseguirei colocar aqui todos os trocadilhos maldosos criados por nozes para o Seu Pinto. But I’ll try! Eis apenas alguns deles:

- Motorista, se você diz que teu companheiro ficará sempre junto à você e ele se chama Pinto, então, anatomicamente falando, posso te chamar de saco??? – Pergunta pertinente, porém não confirmada, no momento da apresentação do Seu Sac... Sinvaldo!!

-ÊEe rapá, te aquieta senão o Pinto vai te dar uma dura!! – Comentário sobre a possível conseqüência da baderna a um individuo qualquer que não lembro agora.

- Êee seu Pinto, vem cá tirar uma foto!! Não queres?! Ahhhh, Pinto, tu ta muito mole!!­ ­– Este fui eu revoltado porque o Pinto não quis tirar uma foteenha com nozes. Bisurdo!

- Mas Pinto, se você sai de dentro e vê que lá fora ta frio...você consegue entrar mole de novo?- Indagação feita na chegada de Goiânia, uma vez que fazia lá fora pelo menos uns 18ºC e seu Pinto saíra do ônibus.

- Esse Pinto ta rápido demais – Alguém preocupado ao notar que o Pinto tava arrochando no pedal! Asghasuihasui

- Esse pinto do gosta de andar atrás dos outros – Pesquei no ar essa...não sei a origem ahauhua.

- O Pinto ta demorando a entrarrrr – Alguém preocupado com a demora do Pinto para entrar no bonde.

- O pinto ainda não subiu- ashuasiashui outra pessoa preocupada com a ausência do Pinto.

- Uia o Pinto ali sem camisinhaaa!!! – Carlos Albert, ao notar que seu Pinto tomava um banho com um balde e andava sem camisa pela relva! :D

- Mas sim, vê se o Pinto ta aí dentro!! – ashuiashuiashuiaeui Essa foi do Seu Sinvaldo pra John ao indagar sobre o possível paradeiro do Pinto dentro do ônibus

Chega!! Não dá pra falar todas...mas quem lembrar de uma aê é so mandar que eu coloco.... Continuando...

Após a apresentação do Seu Saco (ahuahuahauhauah adoooro apelidos carinhosos >:D), peguei meus incríveis passatempos recheados, cheetos e contei o dinheiro. É, eu estava pronto!!

Arrooooooocha aí, seu Saco!! (êEeee rapá!)

Não há muito o que falar sobre uma viagem de ônibus. Afinal, são várias rodas regidas pela orquestra rouca de um motor que insiste nas mesmas notas. Ou seja, não há maiores detalhes na banda. O negocio está na platéia!

Sempre começa quieto né? Gente calada e comportada. Mas é só o álcool entrar no cenário pra começar a brincadeira. Zuadas, gritinhos e afins. É um equilíbrio relativamente delicado este. Afinal, sempre há os que pretendem descansar e os que decididamente só o fazem em caso de extrema exaustão. Mas o pessoal, no final das contas, era até comedido. Deu pra levar numa boa...

A primeira noite até foi light, com seus “kikikis” e “kakakas”. Pessoas seduzidas por uns copos a mais. Dormir nestes casos sempre é algo relativo. Mas lógico, sempre há quem ronque feito um trator desembestado ou hiberne feito um urso.

Foi o que notamos de vindo de uma poltrona de 2 meninas desconhecidas. Uma chama-se Amanda e outra Fernanda. Eu, claro, fiz as honras da casa perguntando seus nomes e logo ficamos amigos de infância (hauahieuhasui termo corriqueiro neste ENEF). E não tardou muito, notei Fernanda se aprumando para cochilar. “Ela tá doida...”, pensei. Afinal estava rodeada de gente falando pelos cotovelos e rindo adoidado. Era impossível dormir sob estas condições. Mas antes mesmo deu ter tempo de imaginar como alguém teria tamanha audácia de conseguir relaxar naquele ambiente, vi que Fernanda estava imóvel, inerte.

Diogo: Ei, Amanda! Ela ta de sacanagem, não ta?

Amanda: não, Não ta!

Diogo: ....

Eu precisava me certificar daquilo. Cheguei perto, passei as mãos em frente aos olhos dela. Nada. Soprei de leve. Nada. Fernanda não estava mais neste mundo. E eu juro que eu quis alfinetar a bolha em que ela se colocou pra ver se tinha jeito. Falhei miseravelmente.

E a noite foi recheada de conversinhas paralelas e risadas que aos poucos perdiam sua força, consumidas pelo clima cada vez mais frio e convidativo para sonhar com o que o destino reservara para a nossa delegação neste ENEF.

ENEF 2008, Sábado, 19 de julho

Sábado, 19 de julho de 2008

Sinceramente, não lembro o que aconteceu aqui. E como só comprei meu caderno para anotações em Goiânia alguns dias depois, acabei esquecendo dos acontecimentos importantes ou engraçados deste dia. Se é que teve algum. Saco!!

Se alguém lembrar de algo, prontifique-se a contar!! QUALQUER NARRAÇÃO SERÁ BEM-VINDA.

Então, escrevam! :)

ENEF 2008, Domingo, 20 de julho


Lembro de muita coisa aqui também não. ME AJUDEM AEEEEEEEEEEEE :DDDDDDDD (Prometo que na próxima viagem eu levo de casa meu caderno de anotações =\ )

Lembrei de algo acho que nesse dia. Primeiramente um fenômeno muito legalzin que não esperava: às 7 da matina tava saindo fumacinhaaa da minha boca! Uia que chique!! Ahuiaehiuaeui. Depois, fomos à tal da feira Hippie. Que na verdade de hippie não tem nada! Sim, são um bocado de barracas mas eles vendem de escova de dente até roupa “original” de gripes famosas. O detalhe muito feliz deste dia foram dois que, por falta de uma máquina fotográfica ficarão apenas em minhas lembranças e agora neste singelo registro. Caminhando naquelas vias serpenteantes encontrei uma toalha de mesa com rendinhas. Ao menos Parecia bastante com uma. Era bem engraçada pois tinha uns desenhos meio fru-frus e estava estranhamente atada a um aro de ferro que parecia um bambolê metálico ou então aqueles aros que usam em shows de circo para bichinhos saltarem. Mas já Carlos Albert viu ali uma curica ou um papagaio, uma rabiola, qualquer coisa que pudesse ser empinada em pleno céu. Só faltou pedir linha e cerol, esse filho da dona Josy! Mas não deu nem eu nem ele, que lástima!

Era apenas uma calcinha...

NÃO podemos ser culpados pelos devaneios pois não é todo dia que encontramos uma peça íntima com quatro descritores de tamanho (GGGG). Que fique claaaro!! :P

A outra é mais para a nossa área. Na “Rodoviária” de lá encontramos um banner do tamanho do mundo com uma mensagem que dizia mais ou menos assim:

“No aviamento se sua receita, pague por 1 medicamento e leve outro de graça!!”

Pra bom farmacêutico, meia palavra basta! Sahuiashaeuhiae A Marselle e a FoFa iriam adorar essa....nem deu pra trazer ;//// Snif!

ENEF 2008, Segunda, 21 de julho

Segunda, 21 de julho de 2008

Começara a programação. Fiquei meio perdido junto com uma série de pessoas até achar a dia sala do Grupo de trabalho 09 (GT9). Lá começaram umas dinâmicas estranhas e depois começamos a falar de movimentos estudantis e suas relações e influências no meio acadêmico e o permeio político do contexto abordado. Foi bem interessante e empolgante. Pelo menos pra eol! =P Acadêmicos de farmácia decididamente são portadores de um sério e genuíno desapego pela parta política e militante do curso. TENSO!

A noite foi o dia da festa Junina. Penduricalhos, sainhas rodadas, bigodes fake, e dentes pintados. Muito legal. Eu fui normal, não consegui comprar nada por lá. O espírito tava muito bom. A música repetida da noite anterior causou-me uma profunda indignação, uma vez que meu corpo parecia rejeitar seriamente a idéia de movimentar-se sob um repertório que ele já conhecia. Tirando essa rinha comigo mesmo, tudo transcorreu bem. Porém, analisando o panorama da festa, uma lembrança perfurou meus pensamentos: em uma hora do ônibus, fizemos uma brincadeira onde você dizia seu nome, interesses no ENEF, semestre atual, essas coisas. Notei que havia ali muitas moças comprometidas. Até aí tudo bem. A questão é que, na festa junina, algo parecia decididamente errado...

Bem, eu me senti em vários lugares ao mesmo tempo. E olha que nem precisei comer luz para tal! Por alguns segundos, vislumbrei minha pessoa, ao mesmo tempo, numa arena espanhola em uma monumental tourada. Depois, estava em um bar escutando Reginaldo Rossi. E, como se não bastasse, num show de forró escutando uma música em especial “É gaia pra todo lado/ É gaia aqui, é gaia alí /É gaia pra todo lado / Eu não consigo mais dormir / É gaia pra todo lado / Eu tô com medo que a mulher/ Dê de presente uma pra mim”. Rapaaaaaaaaaaaaaaaaaaz que espetáculo incrível. Todo mundo nu, ninguém é de ninguém, vai saber qual o lema que Sá galera adotou para este ENEF. Seja qual tenha sido, fizeram valer cada sílaba do que estavam defendendo!! E parece que gostei mesmo foi do forrozão (É jogador, advogado,
Taxista, empresário, Todo mundo dança na festa do boi
) porque o diabo da musica não parava de tocar na minha cabeça. E eu, claro, não parava de rir disto. Ri e dancei muito. Deixo aqui minha nota de espanto à Thaisy, da minha turma. RAPAZ, A MULHER DANÇA MUUUUUUUUUUUUUUUITO! Me deu trabalho, mas consegui acompanhar o ritmo ahuahauuha.

Esta foi a primeira noite que tentei ficar porre. Bem, o máximo que consegui foi umas risadas a mais. Frustrante! Mas é claro que eu não iria desistir tão facilmente assim. Afinal, ainda tinha cinco dias para cumprir minha promessa!! \o/

Nesta noite eu estava com a digital da Alaninha e tirei muitas fotos legais do pessoal. Claro, dancei muito com todas as meninas que achei por perto fosse da delegação ou não. Fotos de Nicole, Thaisy, Mandinha, Nanda, Tatah, John, Carlos Albert, Kalango. Todos lá! E, por um acaso...encontrei duas goianas muito graciosas nesses “dois prá lá, dois pra cá”. Tive que parar e lascar um beijo em cada uma. Elas mereciam!! Ô Forrozinho baum, sô! ;D

Voltando, com a digital nas mãos continuei minha sessão de fotos vejo a Tatá ruim. Fiquei preocupado achando que ela tava passando mal mas logo eu soube o motivo. Fiquei por perto, tirei fotos e não me afastei mais muito. A festa não tinha mais a mesma graça. É estranho isso, né?? Como já me conheço há módicos 25 anos sei que só voltaria a curtir a algazarra quando a Tatá melhorasse. Eol gosto da xata da Tatá ;DDD. Tem que cuidar, né?!

Tatá tava altinha e em um momento Carlos Albert, John e Eol fomos levá-la ao quarto para dormir.

O caminho para o dormitório passa pelo banheiro. Lá, Tatá estancou e quis sentar-se. Ficou diante de um espelho, olhando-se. Essa provavelmente foi uma das cenas mais fortes que o ENEF trouxe ao meu conhecimento. Diante do espelho Tatá sucumbiu a um frenesi autocrítico que eu jamais tivera oportunidade de presenciar. Era como se um modelo comportamental de uma vida inteira tivesse encontrado o seu fim ali. Bem, não vou reproduzir na íntrega o que ela disse. Mas sei que senti vontade de dar um cascudos nela por pensar e dizer tantas bobagens sobre si e a situação em que ela se encontrava.

Tatá, eu poderia passar horas brigando contigo e apontando cada pedacinho das blasfêmias que você proferiu diante daquele espelho. Eu poderia traçar mil arquétipos que explicassem a metáforas daquele momento. Mas felizmente eu certamente quebraria meus dedos antes de chegar nesse nível de chatice. Então guardarei com carinho esse aprendizado e pronto. Portando, o que eu vou falar é bem simples:

Quando se tem amigos ou pessoas que gostam muito de você, elas podem não ter a capacidade de fazê-la voar se você decidir atirar-se do alto de um prédio, porém, tenha a certeza de que serão estas as pessoas que estarão segurando uma cama elástica quentinha antes que você atinja o solo...”

Lá vem ela! LÁ VEM ELAAAAAAAA!!!!!!! MAIS PRA LÁ! MAIS PRA LÁAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA....

AGORA....3........2..............1....................PEGAMOOOOOOOOOOO!!!!!!!! AE TATAAAAAAáaaaaaaaaaaaaa

;DDDDDDDDDDDDDDDDD

E não foi que a festa ficou bem mais divertida que antes?? Perfect!

ENEF 2009, Terça, 22 de julho

(Homens trabalhando)

ENEF 2008, Quarta, 23 de julho

(Carlos Alberto "trabalhando")

Esse dia ficará por conta do Carlos Albert. Festa a fantasia e o meu porre! =D

ENEF 2008 Quinta, 24 de julho

(Homens trabalhando)

ENEF 2008, Sexta, 25 de julho

Sexta, 25 de julho de 2008

Dia preguiçoso (e qual dia não foi?). Como o penúltimo dia do ENEF, era o dia do tão esperado Ato Público. Prometi que iria nem que fosse sozinho, visto que na noite anterior nosso amigo Porco Capitalista, vulgo Zeca, havia requisitado participação mais ativa. Conversando com meus amigos vi que sem nenhuma reclamação todos concordaram prontamente com a idéia do ato público. O horário estava acessível, não precisava acordar cedo. A manhã foi livre. Tudo parecia viável e tranqüilo. Viável e tranqüilo até demais...

Havia prometido à John,pela manhã, voltarmos ao camelódromo pegar o carregador que a atendente havia esquecido que colocar na caixa da câmera que ela comprou, porém, John não quis nada até a hora do almoço. Aí pensei que talvez não desse tempo. Mas a idéia não foi adiante, uma vez que a fosse tomou posse de qualquer pensamento.

Em um dado momento após o almoço, Carlos Albert, Taynara, John, Japonês e eu estávamos reunidos. A hora do ato público se aproximava e eles estavam calados...tãaao calados... mas ainda sim eu nada identifiquei de estranho.

Meu faro atrasado apenas deu sinal de alerta quando, a 40min do início do ato, os quatro, inocentes como anjos de candura, resolvem ficarem prontos para ir “rapidinho” ao camelódromo. Olhei de cantinho de olho pra cada um aí que a fixa foi cair. “Mas que fdp’s” – pensei. Fiquei calado até chegarmos a estação e resolvi perguntar:

“Vamos nos atrasar pro ato público”

Eles me olharam com uma expressão genuína do mais puro deboche, começaram a engasgar uma risada mal contida e por fim, veio a confirmação que eu suspeitara:

“Tu achas mesmo que TU vais pra esse ato público né?”

“Bem....eu achava que vocês iam...”

Todos, menos eu: aHUIEOHIuashoiuHAEIOUHasiouhAIEUHISHIuoaheiouaSHIOUaehiuAHSUIOHaeuiohaSUIHaeiuhaIeaiuohiuaehiuoaehIAUHEIUHAIUOEHIHIu

Takeopariu,viu!! Fiquei revoltado na hora de verdade. Que bando de sem vergonhas! Isso é seqüestro e formação de quadrilha!!! Eles estavam mancomunados desde o começo e só eu acreditei que eles iriam ao maldito ato público!! FUI CORNEADO PELOS MEUS PRÓPRIOS AMIGOS! QUE ABSURDO!! Como não deixaria de ser, acabei rindo no final das contas da situação. Eu, a besta velha com sua péssima mania de acreditar demais e um bando de safados que eu adoro prontos para me enganar. Ai meu Deus....bando de amigo fdp!!!! ;DDDD

Mas quem disse que eu os largo? :P

E fomos ao tal camelódromo. Eu com meu par de chifres novinhos em folha e de patinha dada com a John. Chegamos lá a tia-da-câmera prontamente nos reconheceu e tudo ficou ok. Após isso tomados a Coke-nossa-de-cada-dia e fomos ao Flamboyant pernar. A viagem de bonde durou quase 1hora. Rodou a cidade inteira! Chegando lá, tínhamos que comer algo e comprar o copo do Batman tão sonhado. Foi o que fizemos. Mas, em um dado momento, resolvemos parar e comprar umas casquinhas. John e o Japones (Yuri) ofereceram-se para comprar meu sorvete (que meigo). Mas ai né, eu tinha que testar este novo elemento e introduzir (uuuui) um pouco de veneno do meu coraçãozinho negro e saber o quanto ele estava ligado ou vacinado:

Eol: Mas então Japones, tu paga pra mim? (momentos de tensão, todos olhando o janpones e ele nemmmm aí)

Japones: Pago, pago sim!!

Eol, sem acreditar na minha sorte: Sério cara, tu paga pra mim MESMO?

Japones: Não pô, blz...so inteira aqui mais setenta centavos que eu pago sim.

Ao notar que todos os olhares voltavam-se para ele com risadas prontas para explodir, ele prontamente viu arena onde havia entrado.

Japones: AAAAAaaaaaaaaaaaaaaaa vão se f....

Todos: ASIhaeiouhaIOUSHOiauehiuASHIOUaehiouAHSIUOahisuohAEIU

Conclusão: O Japonês pagou um pra mim....sendo que eu tive apenas que acrescentar setenta centavinhos furados para isso. Praticamente só o dinheiro do busão! RAPAZ, que proc mais barata essa!!! Faz por prazer, é?!

Quando encontrarem o Japonês, já sabem: Perguntem se ele paga um(a) pra vocês!! >=D

Saindo deste batismo hilário, fomos todos felizes ao Burguer King, mas eu tava liso e só tinha um cartão de crédito que nem sabia se iria passar. Mas passou. Um parêntese: no Burguer King tem um bagulho chamado “Free Refil”, ou seja, você pode servir-se, por um determinado tempo, de qualquer refrigerante que eles tenham lá. E não são poucos (Ráaaa...mas não tinha Baré, que eu vi!!). Adorei a jogada de marketing porque no final duas coisas acontecem: 1- Ninguém fica olhando se você já passou do seus “30minutos”, fato que transmite uma ótima sensação a qualquer cliente. 2- DIFICILMENTE, com um copo contendo 850ml de Coke, você conseguiria repetir a dose. Ou seja, nada X nada. Aehuaehaehaeui.

Voltamos ao alojamento, explodindo e pedindo arrego, porém felizes....

Hoje não haveria festa no alojamento. Quem quisesse poderia sair para qualquer lugar. Era o dia da churrascada do povo do Rio Grande do Sul e uma parcela do pessoal ficou por lá. Boa parte dos Paraenses saíram para um negócio sertanejo e uns poucos gatos pingados ficamos lá no galpão onde rolavam as festas. E a receita era a mesma de sempre: Coca-cola batizada e pronto, seja feliz!!

Em uma dada hora da madrugada, os que saíram foram chegando... alguns que já estavam foram saindo. Boa parte dos que chegaram estavam alegres, saltitantes e gritando. Ficamos por lá e a festa já meio morna ganhou todas as cores novamente e até pareceu mais divertida, mesmo com o repertório repetido.

Esta noite foi diferente de todas as outras. Eu estava sóbrio e cuidando da Amandinha que estava completamente alegre e dançante. Tanta alegria gerou uns olhares bem à La Maranhão pra cima da coitadinha. Rapaz, vou te falar, agora eu sei como um espantalho se sente!!! Amandinha lá e a urubuzada começou a fazer cerco esperando a hora dela bobear. Ai lá fui eu postar a menina bem na minha frente e cruzar os braços. SANTO REMÉDIO! As aves de rapina fizeram uma cara meio azeda e dispersaram-se! Prometi que sairíamos de lá quando ela assim desejasse. Eu tava congelando, mas a festa dela em particular me fazia nem sonhar em interromper. Assim, como observador que sempre gosto de ser, notei que hoje cada uma daquelas poucas dezenas de pessoas estavam ali aproveitando os últimos momentos desta edição do ENEF. Foi uma sensação muito agradável, para dizer o mínimo. Pessoas de quem aprendi a gostar ali como a Sandrinha, a Gueixa, Amandinha, Bruno (SEU MEEERRRRRDA), Fernandinha (que já havia saído) como se nada mais importasse no mundo e como se este mesmo não fosse encontrar um novo dia, agarrados a cada minuto, cada copo, cada risada ou cada dança do acasalamento, como quem não deseja voltar ou não deseja conceber a idéia da realidade descortinando-se a cada hora que se passa. E eu ali, olhando panoramicamente e espantando os urubus-fim-de-festa de cima da Amandinha e fazendo várias anotações mentais. Amanhecemos com o frio rachando. Mas era bom estar ali.

Aquele era o meu lugar...

ENEF 2009, Sábado, 26 de julho

Sábado, 26 de julho de 2008

Dia frio. Último dia do ENEF. Também um dia preguiçoso e a sensação de saudade de casa retornando aos poucos. Banho perto do almoço e a estréia do copo do Batman. O efeito deletério da contagem regressiva era evidente, pois marcava como rugas cada um dos rostos que passavam com expressões apressadas e pensativas. Parecia algo totalmente distinto da noite anterior. As energias haviam, por fim, esgotado-se. Um mar de passos culminando em ondas súbitas das última arrumação. Surfistas voltando pra casa. Nada de gritos, nada de risadas histéricas nem convites para beber. Apenas eco de coisas arrastando-se, para lá e para cá.

Dia estranho.

Dia final.

Após despedidas, no final da tarde, olhei atentamente para cada pessoa que ali conheci e talvez nunca voltasse a encontrar. Uma tristeza minúscula passou por mim e logo foi-se.

Ao sairmos, fomos acompanhados por um belo pôr-do-sol. A julgar pela beleza deste, senti-me lisonjeado pelo inesperado e tão instigante convite para, quem sabe um dia, retornar.

aindo do lugar onde estávamos, fomos à feira da lua. Parece algo como a Pça da República aos domingos com alguns detalhes como o fato de ser a noite, o fato de ser aos sábados e o fato de ter absolutamente de tudo um pouco. La ficaríamos até as 3 da manhã sem fazer nada. Entao achamos uma loja de conveniencia e com o tempo o pessoal foi chegando. Quando penso que escapei do PDV....que nada, a maldição nao deu descanso nem em Goiânia!!
Depois foi só dormir e curtir a fossa do próximo dia ;DD

ENEF 2008 Domingo, 27 de julho


Após a idéia de jerico de ficarmos até as 3 da madruga coçando por aí, dormi como quem não fosse mais acordar. Estava destruído. Ao acordar, notei que pelo silencio não havia ninguém por perto além Carlos Albert, JohN, Taynara e os motoristas. Hoje seria o dia de Caldas Novas. Dia de piscina com seus clubes. E nozes, com o dinheiro somente do banho até Belém jamais teríamos condições de entrar lá. Eu era um liso feliz. Minhas filhas (2 guitarras lindas), um relógio chique e roupas novas faziam de adversidades como esta somente um motivo a mais para piadas. Too fucking good.

O cenário, como boa parte destas terras por aqui, tinha tons amarelados levemente esmaecidos. O vento, incessante, dava não só mobilidade à situação como criava um constante farfalhar que trazia consigo uma estranha sensação de paz. Era um lugar realmente engraçado pois ouvir o vento lutando contra as folhas tão estrondosamente criava um estado hipnótico se você parasse tempo demais para escutar. Estávamos em um elevado onde nada mais havia alem de vários ônibus de passageiros vazios. Uma espécie de estacionamento, mesmo que não houvesse tantos ônibus assim por lá. Descemos o elevado e o sol a pino misturado à poeira nos fazia parece uma bizarra espécie de retirantes do nordeste. Hilário. Em um dado momento, fosse pela falta de lentes (blind mode) ou não olhar em volta eu jamais iria imaginar que havia um retrovisor tão próximo a minha cabeça (daqueles ônibus que parecem mais um formigão com rodas) até meus chifres racharem-se bem no meio dele! É o tipo de dor mais egocêntrica que um ser humano pode experimentar. Porque? Muito simples: tudo parece girar ao seu redor!!

Tava tão ruim que nem um palavrão consegui emitir. Era só “ai, ui, aaaaaaai...aiaiai”. Seguimos a um restaurante. Cadê a grana? “Wahhh...mas tem cartão de crédito”. Lá tinha um banco Itaú, porém não foi muito útil e precisei ir a um telefone público saber quanto havia disponível. E, ao final da ligação, a fantástica descoberta: Eu podia gastar imensos 2,66R$!!!!!!!

O que dizer depois disto? Uma caixa d’água de de água fria. Carlos Albert procurou saber de um lugar mais liso possível para almoçarmos enquanto eu entregava a fatídica notícia, lá no restaurante. Ao voltar, ele relatou um frango-das-trevas a quinze reais pertinho de onde estávamos. Pelo menos fome ninguém passava mais!!! O local era um daqueles típicos de Belém: o frango assando, aquele cheiro magavilhoso e nozes lá, com cara de cachorro assistindo a novela das 9 num telão de 42 polegadas (na vertical, ne? :P). Chique, beim! >=D

Até tentamos descer um pouco para verificar outra possibilidade. E nesta pequena descida, uma surpresa agradabilíssima aos ouvidos. Sabe aquilo que você nunca espera? Aquilo que por mais que você de certa forma saiba, quando ouve, fica abobalhado? Poisé... estávamos Carlos Albert e Eol debatendo sobre como aquela situação por mais adversa que fosse não nos tirava o bom-humor um segundo sequer e, de repente, John larga a seguinte pérola:

“Ah...eu to feliz também, afinal eu vim pro ENEF pra ficar perto dos meus amigos...”

Carlos Albert e Eol: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA (100x) QUE BONITINHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

Realmente, John tinha condições de entrar 3x em qualquer parque de Caldas novas mas estava ali ao nosso lado, no sol quente e esperando para comer um frango com uma coke e farofa. E nozes, que já estávamos bem mesmo com tudo aquilo, ficamos ainda melhores. É o tipo da coisa que faz tudo valer a pena. Muito, muito bom!!

Frango, farofada, Caldas novas, lisura...que tempero faz isto valer a pena?? OS AMIGOS!!

ENEF 2008, Segunda, 28 de julho

Com o mesmo frio legal de sempre, seguimos em nossa pitoresca lisura rumo à Belém. Com o sol já fazendo sua festa de manhã cedo, descemos do bonde. Fomos abordados por uma figura de estatura baixa, olhos expressivos e aparentemente perdido...

Eol: Fala Maranhão, blz?

Maranhão: Eu...vocês...eeeu...Ah, vamo fazer alguma coisa juntos, fortalecer a amizade....

Carlos Albert passou lotado para o banheiro, pois havia necessidades fisiológicas mais urgentes com as quais se preocupar. E eu...senti apenas vontade de comprar meu cafezinho e voltar de onde tinha vindo. É o pior tipo de coisa para sentir por alguém: indiferença. Maranhão continua, lógico, meu amigo. Mas para o ENEF, onde até o Cesar passou mais tempo conosco que ele, fica difícil, né?

Qual assunto? Falar sobre o que? Não tem, não tinha. Foram praticamente 10 dias longe e agora, no ultimo, ele queria o que? Carlos Albert, John, Taynara e Eol tínhamos boas coisas para nos lembrarmos uns com os outros mas com o nosso amigo Maranhão...quase nada.

Sei que nós quatro continuávamos com a mesma conversa de sempre e rindo delas. E ficava evidente que o kalanguinho ficava muito deslocado porque nossas conversas, assim como a maldade que obrigatoriamente as acompanham, sempre possuem um pano de fundo que alguém que fica pingando no meio da conversa certamente ficará perdido. Todos nós percebemos a situação mas havia pouco a ser feito. Então, naturalmente, continuamos do jeito que estávamos. Rindo, rindo e rindo das loucuras que 3 mentes insanas são capazes de criar.

Se houvesse o entendimento de que a vida é feita não só de escolhas mas, especialmente, das conseqüências que acompanham estas mesmas escolhas esta situação não aconteceria, a reintegração forçada jamais teria ocorrido e este comentário sequer existido.

Um abraçO!

Extra! Extra! Noticias do Banco-ao-Lado! Carlos Alberto, num furo de reportagem aprende uma técnica Jedi para ganhar uma garota, obra de ninguém menos que o Ceeeeeesar!

Simples: fale incessantemente, sem dó e sem parar para respirar sobre a história e o histórico de todo o movimento estudantil!!!

Meu DEeeeeeeeeeusss POOOBRE OSGUINHAAAA T_T

PS: Agora claro né, só lendo entrelinhas pra saber que da verdade. AHuahuauh

E olha o que surpresa agradável eu tive!


"Diogo
Esse congresso foi muito legal, pois além de festas, bagunças e brincadeiras, também tivemos um tempo para nos conhecermos um pouco mais.
Como você conversa bem! E se eu já lhe admirava antes, depois de termos
conversado sobre as mais diversas coisas, lhe admiro mais ainda! É muita qualidade para uma pessoa só! =)

Foi bom conhecer o "Diogo-Além-Do-CESUPA". O "Diogo livros" é o mais culto, o "Diogo Guitarra" é o mais brincalhão". O "Diogo porre" é o mais engraçado.
O bom dissso tudo é saber que posso conta com qualquer um desses "Diogos" em todos os momentos e em uma pessoa só: VOCÊ AMORE!"

Nicole Pansera, Segunda, 29-07-2008, viagem de retorno à Belém


AAAAAAAAAAAaaaaaaaaaaAaaaaa que meigoooooo!!!!!!!!!!! ;DDDDDDDDDDD

O restante da viagem foi relativamente normal. Pessoas silenciosas, fosse pelo cansaço fosse pela saudade de casa. Neto, John, Taynara e Eol ficamos conversando e falando nossas loucuras de sempre. Chegamos muito antes do previsto e esta possibilidade não nos permitiu dormir. Afinal, estaríamos em breve de volta ao aquário de Belém do Pará. E a definição se aplica direitinho porque alem de pequeno você “respira” a boa e velha água.

E antes de podermos notar...estamos de volta ao mesmo local de partida.

Condiderações Finais.

A experiência do ENEF foi fantástica. Primeiro, claro, pelo fato de você conhecer tanta gente nova que sempre esteve por perto, porém, só uma convivência desta natureza permitira uma aproximação tal qual ocorreu. São muitas histórias para contar, coisas para lembrar sempre com carinho, para rir. São pessoas que você convidará para sair, parar e conversar qualquer doidice pelos corredores. Novas amizades. Gente que vai te ver na rua e te dar um abraço. E quanto aos amigos que você já tinha, é nítida e definitiva a reafirmação desta amizade. Sem contar na chance de conhecer melhor aquela pessoa fora do ambiente acadêmico, terreno por vezes árido e corrido demais para saber um detalhe a mais da vida daquela pessoa que você tanto gosta.

Do ponto de vista acadêmico, até onde eu participei, pude claramente fazer algo que mais adoro: debater, explanar, entender melhor as coisas fora do meu universo. Enfim, é um exercício intelectual muito gratificante. Sem contar na qualidade inequívoca do preparo ao qual estamos sendo submetidos. “Estamos muito bem servidos em relação ao resto do país” – esta foi a impressão final. Mas, claro, ainda há muito pelo qual lutar.

Agora é esperar mais 1 ano... época em que estarei desempregado e preparado para a última farra universitária da minha vida.

Até o ENEF 2009!! CAMPINAS, HERE WE GOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!

Diogo, O Inominável.