segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Preguiça mata!! Falta de sono tambem...

Re-Círio... tô aqui na casa da John quase às 6 da manha sem nada pra fazer. Meus amigos malditos estão devidamente bodados e eu olhando-os, com uma tremenda vontade de socá-los. Violências à parte, viemos terminar o trabalho de hemato que mal saiu do papel pois apesar do maranhão nao estar presente hoje, o Leo (sim, em sua forma corpórea) veio e o representa divinamente, pois, segundo minha própria definição:

"Ah....pelo menos o kalango tá bem representado, já que o Leo nao tá fazendo nada mesmo...."


aehaeuaeiuhiaeuhiaehoiaehoiauhsoiaheiohioeh!!!!!!!!!!!!!!!!! Isso realmente foi pesado, mas como a piada precisa ser conservada acima de tudo.... paciencia!!

Uia o sol...tá clarinho lá fora....

Cheguei aqui eram 15h.... e 6 da manha nao preguei os olhos... a manhã promete!! Mas este noite foi até produtiva....

Há um novo amigo de infância entre nozes: O Jorge!

E ele adora falar sobre Kabbalah....

Maiores detalhes, perguntar aos três ventos (Xeto, Xeanne e Xiogo)


Agora permitam-me avisar à minha pobre mãe que ela ainda possui um filho que respira....


Bjo, me liguem!!

DIogo ;D

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Maranhão e oLobo Mau: aplicando argumentos

John e seu senso cáustico de humor (pra ser maninha esse é o mínimo) atribuiu a singela alcunha de "Três porquinhos" ao grupo formado por Carlos Albert, ela mesma e eol (qualquer semelhança é apenas um delírio seu) em algum momento do ENEF, creio eu. Adorei, porém, sabemos que há o quarto integrante deste grupo - O kalango - e a ele não sobrou alcunha alguma ( visto que não existe o quarto porquinho).

Então nao demorou muito para que ele se tornasse o lobo mau. Só que foi por tabela, por associação. Faltava o argumento necessário para dar vida a este codinome.

E nem demorou tanto assim...

Pela história (nunca li) me parece que o lobo mau tenta soprar a casa dos porquinhos para fazer uma farta refeição. Ao pensar no porque do Maranhao ser o lobo mau seria meio lógico que ele (o lobo...) queria comer os porquinhos. Só que dizer que o Maranhão vive com fome soa absurdamente redundante e até mesmo idiota.

E foi vagando ainda pelo mundo das historinhas infantis que encontrei o argumento perfeito para dar vida Ao Lobo Mal...


"Nosso amigo Maranhão não é o lobo mau porque queria comer os porquinhos...
....
.....
......

....mas sim porque já comeu a vovozinha"

pra quem não alcançou a maldade, vide o primeiro post deste maldoso blog =PPPPP


ahauhauuhahuauahua


quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Aquela-que-nao-deve-ser-nomeada: a invenção do Brailês

Adição 01/11/2008, à 23:17: em RESPEITO ao pedido da protagonista deste relato, seu nome foi removido de todas as partes do post.

Carlos Albert dia desses fez um comentário pertinente na aula de Hemato

"doido...ngm mais consegue ficar perto de nozes sem rir..."

E complementado pela Bolota/Bolotinha/Esferócito/Staphylococcus laureus (mas há quem prefira chamá-la simplesmente de Laura Mayara):

"Aaaaaaai gente...eu nao falo nada não perto de vocêsss. Deusss me livre!"


Mas eu sinceramente jamais pensei que Aquela-que-nao-deve-ser-nomeada (logo quem...) seria o arauto perfeito e definitivo dessas duas afirmativas


Carlos Albert, Kalango e sabe-se quem mais foram as testemunhas deste fatídico dia (fatídico para Aquela-que-nao-deve-ser-nomeada, naturalmente). Durante a coleta no LAC, parece-me que um deficiente auditivo fora fazer a coleta. Aquela-que-nao-deve-ser-nomeada, muito marota, adentrou na sala com aquela aura de dúvida e procurou por alguém capaz de saná-la.

No entanto, Aquela-que-nao-deve-ser-nomeada esqueceu que o mestre Murphy está sempre alerta, pois de todos os olhares que ela poderia ter cruzado naquela sala, havia apenas um disponível:

...o de Carlos Albert.


E como é certeza que todos são tão versados na linguagem dos sinais quanto em aramaico antigo, eis que Aquela-que-nao-deve-ser-nomeada entoa esta pérola impronunciável:

Aquela-que-nao-deve-ser-nomeada: ei neto.. será se alguem aqui sabe FALAR EM BRAILE?

Carlos Albert *parando, analisando e refletindo sobre as consequencias imediatamente hilárias daquela pergunta atroz, responde*:

"olha axu mto dificil alguem FALAR em braile.. em libras seria bem mais facil"


Aquela-que-nao-deve-ser-nomeada: ai ela.. ha ha ha.. é msm neh.. eu confundi..

(mas quando, magina!)

pode me sakanear..

(quanto a isso fica sossegada!!)

eu falei besteira..

(acredita que eu nem notei??)


ate eu me sakanearia

(e eu então...)


O fato é que a notícia espalhou-se pelos 3 ventos (o quarto vento não foi hoje, John faltou... ahuahua) e Aquela-que-nao-deve-ser-nomeada tá que tá com as revelações....

E a propósito eu ja inventei a risada em braile....

Basta voceê tamborilar seus 4 dedos da mão no seu braço, no braço do seu amigo ou no alvo da sacanagem....

Experimentem, é muito divertido!!!! ahauhauahuahuauha

TRÊS VIVAS Àquela-que-nao-deve-ser-nomeada!!!!!!!!

VIVA

VIVA

VIVAAAAAA!!!!!!!!!




Considerações Finais

Netinho [ ..: ::: :..: :.:.: :.::. ... :..::. ..: ] diz:
kra.. o q seria nosso estagio sem *edit* Aquela-que-nao-deve-ser-nomeada..

Netinho [ ..: ::: :..: :.:.: :.::. ... :..::. ..: ] diz:
nao sei o q pensar

Netinho [ ..: ::: :..: :.:.: :.::. ... :..::. ..: ] diz:
kk

Diogo.... "Mas ei, tem alguem ai que FALE em BRAILE?!?" rofl... diz:
kra seria mto tedioso

Diogo.... "Mas ei, tem alguem ai que FALE em BRAILE?!?" rofl... diz:
totalmente, pensa ae

Diogo.... "Mas ei, tem alguem ai que FALE em BRAILE?!?" rofl... diz:
seria a coisa mais xata do curso

Diogo.... "Mas ei, tem alguem ai que FALE em BRAILE?!?" rofl... diz:
e ta sendo a mais divertida

Netinho [ ..: ::: :..: :.:.: :.::. ... :..::. ..: ] diz:
nem me fala.. é casa perola q ela solta.. q meu deus

Diogo.... "Mas ei, tem alguem ai que FALE em BRAILE?!?" rofl... diz:
ja disse que vou criar um pop:

"Manual das 100 coisas que você NAO DEVE FAZER num laboratório"

Estrelando: Aquela-que-nao-deve-ser-nomeada

Netinho [ ..: ::: :..: :.:.: :.::. ... :..::. ..: ] diz:
hauhuahuahua

Netinho [ ..: ::: :..: :.:.: :.::. ... :..::. ..: ] diz:
importante esse
Netinho [ ..: ::: :..: :.:.: :.::. ... :..::. ..: ] diz:
ainda faço ilustraçoes


Diogo.... "Mas ei, tem alguem ai que FALE em BRAILE?!?" rofl... diz:
é a LaLaLa Corporation construindo um futuro melhor pra você!


..: ::: :..: :.:.:..: ::: :..: :.:.:..: ::: :..: :.:.:..: ::: :..: :.:.:..: ::: :..: :.:.:..: ::: :..: :.:.:..: ::: :..: :.:.:..: ::: :..: :.:.:..: ::: :..: :.:.:..: ::: :..: :.:.:..: ::: :..: :.:.:!!!!!! (risada em braile!)

Diogo Costa

Religião: Porque debater? Debater porque?

Um dos ditos clássicos em rodas de amigos ou mesas de bar é: “Religião, futebol e política não se discutem”. Bem, debater política envolve, simplificando enumerações, história e/ou ideologias. E, como sabemos, contrapor ideologias é um terreno de solo nada fértil quando o fertilizante usado são nada mais que argumentos. É preciso bem mais que isso. Como exemplo histórico e ideológico, basta olhar a catástrofe do socialismo utópico na história política pouco mais de meio século atrás e notar que ainda existem pessoas que carregam este onírico modo de governo dentro de si, como algo imaculado. Portanto, discutir política beira bem mais o instável e o fracasso que a iluminação impassível e racional.

No caso do futebol, ou você torce ou não para um time. E o máximo que se alcança é uma tórrida disputa verbal entre qual time tem mais títulos ou qual time tem mais vitórias sobre o outro. E, independente de quem leve a melhor, eu não vou deixar de torcer para o meu time e nem você para o seu. Logo, futebol também é algo que não se discute.

Mas e a Religião?
Não, também? Teoricamente, não. Pelo senso comum, fé e religião estão tão unidas quanto corpo estaria de uma alma. E a comparação vem bem a calhar, uma vez que a fé, sendo a alma, habitaria o corpo (religião) que, sem a alma (fé), seria algo morto, inerte, inócuo. Pensando desta forma é bem difícil delinear onde começa uma e onde termina a outra. E escapar do estigma do senso comum (ou convenções históricas, como queira) é um tanto quanto difícil...

Mas jamais impossível...

Eu sempre gosto de pensar na seguinte frase:

“A religião depende da fé... ...Mas e a fé, depende da religião?”

Bem, não importa o quanto você pense, a resposta é não. A religião apenas é possível quando existe a crença naquilo que se prega, naquilo que teoricamente ocorreu e/ou foi interpretado. Sem esta crença, a religião nada mais é do que aquelas pessoas que passam horas lendo evangelhos no meio das ruas: existem, mas jamais serão ouvidas. E a fé trata-se simplesmente de sua capacidade de atribuir contornos de realidade a um fato. Se o fato (leia-se história) é verídico, tendencioso ou não... isto já é outra análise.

Sabem, me cansa a idéia provinciana de atrelar um assunto tão fascinante à fé desmedida e cega. E claro, é importante que a fé seja assim mesmo: forte, inabalável. Porém, quando eu falo de debate, falo troca de idéias coesas e bem fundamentadas. E isto requer conhecimento de causa. E pode ter certeza que, neste caso, fé não traz conhecimento de causa algum. É por isto que não se chega a lugar algum quando se fala a respeito de religião: se eu uso a minha fé e você a sua como argumento, quem vai conseguir convencer quem no final ou adicionar alguma informação importante?? É a mesma coisa que discutir futebol.

Mas o que certamente me irrita mais é a falta de questionamento. Porque acreditar em algo? Será que a fé justifica qualquer coisa independentemente do acerto moral, ideológico ou doutrinário daquilo em que se acredita?

Experimente um dia para e pensar que tudo aquilo que você acredita como verdade absoluta ocorreu sob o mesmo céu, sob o mesmo sol e as mesmas estrelas que as do dia – ou noite - de hoje. Como ocorreram? Porque? Será que foi do jeito que eu aprendi ou me contaram? Para a quase totalidade das pessoas que se perguntam isso e buscam respostas para simples perguntas como estas, a resposta segue duas vias principais:

1- Segundo Kathleen MacGowan: “a história não é aquilo que ocorreu, mas sim aquilo que foi escrito”

2- Segundo uma série de autores (Elaine Pagels, Dan Brown, Scholer, Quispel, Ehrman [segue a lista...]): “A história é escrita pelos vencedores”

Citei Brown apenas por ele ter ilustrado essa visão de maneira mais clara. E que clareza não significa equilíbrio, uma vez que ele apóia-se inteiramente em escritos gnósticos da biblioteca de Nag Hammadi para fazer suas afirmações. E ao fazê-lo, cai no mesmo insensato erro da face católica da moeda.

E não é bem assim...


Não pretendo destrinchar séculos de debates a respeito de ideologias e ideólogos cristãos (Ahhhh...poxa!). O meu ponto principal é o fato da história ser tendenciosa, na medida em que nos impede de conhecer a essência cativante de várias gerações de pensadores que interpretavam as escrituras “sagradas” de outrora, convertendo-as em filosofias fascinantes e, principalmente, sem serem taxados como “adoradores do demônio”, subversivos, falsos, mentirosos ou deturpadores da mensagem de Cristo. Ou seja, para familiarizar a idéia: sem serem taxados de Hereges. E a gravidade disso acentua-se uma vez que boa parte dos questionamentos que a “nossa” religião jamais foi capaz de responder satisfatoriamente – a menos que você considere céu e inferno como explicações fantásticas e que não aviltem seu intelecto – estão respondidas nesse universo fabuloso da diversidade que foi o Cristianismo primitivo.


Você considera hoje mais importante conhecer a si próprio para melhorar como pessoa ao invés de ´redimir-se´ uma vez por mês numa igreja e ´apagar´ seus pecados?

Acha este mundo materialista demais e que isto não preenche necessariamente a lacuna eternamente vaga da felicidade?


Essas perguntam, e dezenas de outras (com as devidas contextualizações, naturalmente), nada mais são que as perguntas recorrentes há quase dois mil anos atrás. Mas não parecem estranhamente atuais?


E porque não chegaram até nós???


Já faz quase uma década que comecei a buscar as minhas respostas. E você? Buscará as suas?


Um abraço!


Diogo Costa