quinta-feira, 17 de julho de 2008

Vou ali e ja volto!! :DD

Bem estarei afastado de minhas funções de narrador das loucuras de minha vida por uns 10 dias... tempo da viagem a Goiania. Mas nao há de ser nada, levarei meu papel e minha caneta para que nada escape por lá...
E muuuuuuuitas histórias estao por vir

C'ya ;DDD

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Tatah, uma grata surpresa :)

Este post de hoje começa com uma confissão. Há mais ou menos dois ou três dias atrás depois da clássica conversa no MSN entre Carlos Albert, Tainá e Eol no chatão fiquei pensando no quanto eu não gostava dela. E de como isso mudou hoje. Então, a já conhecida erupção de idéias fluíam vertiginosamente em minha mente. E isso sempre significa uma única coisa: hora de escrever!
Então, vi hoje o comentário dela. Que coisa mais pertinente! Se eu não a conhecesse, diria que estaria adivinhando meu pensamentos! Bem, como há muito tempo eu deixei de crer que existam as ditas “coincidências”, mãos à obra de hoje!
Tainá sempre foi uma menina que, de onde eu a via, era a nerd metida a legalzinha. E não se nega isso, ela sempre foi prestativa. Mas o grupo dela sempre fora um círculo fechado. Sem maiores aproximações ou aberturas. Jamais irei esquecer da uma experiência em uma aula no laboratório de química no primeiro ou segundo semestre que acentuou ate recentemente a idéia do quanto ela era chata. Simplesmente fui colocado com muito desgosto no grupo dela, e o que aconteceu foi o seguinte: nenhuma delas (eram quarto eu axo) sequer falaram comigo, deram bom dia ou olhoram nos meus olhos em momento algum de uma aula com mais de uma hora de duração. Então, eu fiquei ali, parado e olhando elas conversando entre si como se eu não existisse. Achei aquilo de uma falta de educação infinita, mas não senti raiva nem nada. Apenas vi que não eram pessoas com as quais eu devesse me relacionar.
O engraçado era que com o tempo eu acabava ora ou outra falando com as componentes do grupo da Tainá, mas por ela eu tinha uma implicância especial. Não sabia dizer o porque, mas ela era simplesmente irritante. O jeito dela, vai saber!! E isso, no meu grupo, era abertamente dito por mim nas maldades que eu só compartilhava com os corações certos, haja visto que para aceitar a parte maligna do meu sarcasmo é preciso ter estômago para tal. Mas nem falava muito dela, afinal, nunca fora um foco para mim.

E o tempo passou....passou...

De repente eu estava sentado com a Tainá tomando coca-cola na padaria. Que coisa engraçada!! Eu e a Tainá, conversando, falando qualquer coisa junto com o povo. Creio que tenha começado com nozes chamando a Alana e como a Tainá tava por perto acabou recebendo o convite por tabela. Um gota de simpatia começou a cair no mar de antipatia. E essa gota multiplicara-se a cada vez que resolvíamos fazer algo nos intervalos....

E virou uma leve garoa...
Uma chuva...
Storm...

É meio nebuloso até mesmo para mim este fenômeno chamado “tatah”. Hoje eu gosto dessa moça bastante. E as diferenças que eu tinha em relação à ela outro dia cheguei à tola conclusão que era pura falta de convivência. Bem idiota, não? Mas creio que tenha sido isto. Ela é uma ótima pessoa, inteligente, delicada e com uma clareza de pensamento que margeia entre simplicidade e a coerência. E isto é algo que eu decididamente admiro. Demonstra algo que adoro: Sinceridade.
É sempre bom permitir-se o gosto encorpado de saber que se erra a respeito de alguém. É sempre bom saber que se está errado em algo. Afinal, descobrir alguém completamente novo mas que sempre esteve ali foi somente possível pela compreensão taxativa de um relacionamento que sequer existia. E a bobagem que isto representou por tanto tempo só não foi melhor que a sensação de extrair do erro uma pessoa que hoje você enxerga quase como obrigatória, uma presença que enaltece. Uma ausência que se nota.

Tatah, uma grata surpresa....


C'ya :))))

Noite louca Na ilha de Mosqueiro!!!!!!!

12-07-2008

Mosqueiro. É, Foi meio na doida mesmo, sem casa pra ficar nem nada. Meus amigos foram mais cedo, no modo nightmare. Explico: ir em pé de Belém até a bucólica ilha ao lado de aromas nauseantes oriundos do calor, pessoas com duvidosas noções de higiene básica e afins. (sem contar os cutucões e roçadas pra lá de legais, né?) Rapaz...esse espírito eu não tenho, tem jeito não :D. Eu apareci bem mais tarde por lá, até porque iríamos ficar até o sol nascer e eu não queria filas, caos e nem nada parecido, então fui no horário de 21:50. Monkey mode :D

Já sentado, no ar-condicionado e numa confortável poltrona retrátil (iiiiissso siiiiimm!! LaLaLa!!! Mode on), indaguei-me mentalmente sobre como seria esta pequena loucura de hoje. E mal finalizei esta simplória pergunta, ouvi uns talvez dois bancos atrás do meu:

-Maricleyyyyyysonnn, vem cá!

-Taaakiupariuuuu. Mais uma mãe sem alma. – pensei. Seria um indício?? Um mal presságio? Mas acho que hoje eu pareço ter esquecido de um detalhe que sempre se mostra muito corriqueiro: Sempre pode piorar.

Ali, no “Barata’s Hat”, mais uma parada. Começou a subir um bocado de nego. Muito mesmo. E o naipe do pessoal que subia, meu deus ahuahuahuauha. O corredor do ônibus virou uma especial de “Mi-roba Fashion Week Mobile”. Foi só no que eu pude pensar na hora. E entrava umas tias gordas que esmagavam o pessoal passando com suas sacolas tão grandes quanto ou maior que elas (As camareiras do evento, de repente >:D). Um pandemônio. Ai entrou uma tiazinha vendendo umas coisas. Senti uma vontade de perguntar se ela tinha um potinho de farofa. Porque? Ah, não sei...de repente pra me sentir mais ambientado. >;D

E nisso entraram um grupo de meninas. O “kikiki” ouvia-se muito bem mesmo de dentro do ônibus, com vidros fechados e tudo. E advinha? Ficaram bem do meu lado. Risadinhas histéricas, conversinhas, mais risadinhas histéricas, troca de olhares e mais risadinhas histéricas. Chegou a tal ponto deu esquecer completamente a idéia do potinho de farofa.

Agora eu queria milho.

E a viagem seguiu, o kikiki diminuiu um pouco, eu cochilei. Os mi-roba falavam em seu dialeto: “Aí Tolêti, tu ta sequelando essa fêmea ae!” - disse uma hora um deles a um outro que tava com uma menina. Vai entender né. O mundo rosa e o mi-roba world possuem singularidades totalmente excelentes. ;P

Cheguei, desci, caminhei. Os amigos estavam próximo a um hotel na orla. Os avistei ao longe e notei os tons alcoólicos. A vontade de rir começava a pulsar. Carlos Albert sem camisa, cara de alegre acompanhado de Bruno com sua sunguinha de kalango que, segundo consta a lenda, foi um kalango há muitas eras atrás, quando foi usada pela primeira vez. Hoje já é um dinossauro. Enfim, lendas ao leo ahuashuiae.

Bem, eu não os ouvia o que disseram ao me ver mas a leitura labial indicava claramente que minha mãe estava sendo nervosamente chamada ali. Não pela mãe que ela é mas sim pelo filho que devo ser. Tem que agüentar né. E abraços pra cá, pra lá, vejo o Neto levemente úmido. O nível alcoólico dele realmente estava bom porque isto evidência claramente que ele desfrutara recentemente de um banho na privada a céu aberto que são as águas da bucólica ilha. E bruno o acompanhara. Disgusting.

Bruno, em contrapartida, é um porre apático. Fala mais enrolado que o normal e é cantor. Sem contar que vira o hug-boy. Abraça o vento, as folhas, a água, os amigos. Ashuashuaehu. E claro, no ápice da loucura, tenta dar uma mordidinha no ouvidinho sexy do Leo. Neto e eu ficamos absolutamente assombrados com a veadagem alcoólica do Bruno. Mas tudo bem, tudo se explica, né Bruno? Especialmente quando uma sunga e um biquíni se econtram na brisa mole da ilha....

Bem, fui chamado de fdp a noite inteira e questionado sobre os porquês de não tê-los acompanhado (Vide primeiro parágrafo para a resposta). Neto é um “porre” que pergunta muito, mas muito mesmo as mesmas coisas. Divertido. Ah, e o Leo também estava lá em sua forma corpórea. Creio que para aproveitar melhor o clima. O Henrique também estava por lá e a Lorena também, humilhando com seu corpinho.

É legal sentar na areia, rodeado de amigos. Especialmente acompanhado de uma morena gostosa....

É chato dizer isso, mas eu adoraria pagar 20 reais para ir até Mosqueiro. Seleção natural ou preconceito, o fato é que a poluição visual e não-visual é completa e absurda. Mosqueiro é um local bonito a agradável, mas totalmente depedrado (depredado? Preguiça de ir ao dicionário :PP), pilhado e desrespeitado. Adoro ser paraense, povo hospitaleiro, maravilhoso, porém, trata-se de um povo extremamente mal-educado.

Saindo da parte direitinha do assunto, gente, mosqueiro virou um baile gay a céu aberto. Uma parada gay, sei lá. Lá eu vi de tudo. De Paris Hilton a Amy Winiehouse (é assim ou viajei???). Sem contar que em frente ao botequim, rapaz, eu olhava pra tudo que era lado, puxei pela memória e cheguei a conclusão que havia algo errado ali. Em mosqueiro não há nenhuma penitenciária mas, mesmo assim, parecia incrivelmente com um recreio da carceragem. Teeeeeeeenso! E não posso esquecer das bixas pererecas, segundo informações fidedignas, fazendo passinhos totalmente obscenos para qualquer um que quisesse enxergar. Nada contra gays. Mas o estado de putrefação moral das ditas bixas pererecas fogem a qualquer padrão da normalidade, bom senso ou qualquer porcaria. E como se não bastasse, ainda te fazem querer vomitar. Muita sacanagem!! :P

E a noite seguiu, comilanças e etc. E em determinado momento, sinto uma contração em meus olhos. Ardor, sensação de areia que eu sabia q não era areia. Eu queria dormir. Tive uma péssima noite de sono na noite anterior. Acordei mal, sem descanso. Resultado único possível: farelo.

Nesses casos eu fico quieto, perco o foco em algum lugar do horizonte. É muito engraçado tentar enganar meu corpo. Porque eu sempre tento mas nunca consigo. Ai comecei “Já pode ir pra ksa?”. E o sono aumentando exponencialmente. Não era normal. Deitei-me para olhar as estrelas mas sabia que dormir ali com Carlos Albert, Leo e Bruno para velar meu sono seria um erro fatal e totalmente indigno de perdão. Olhei as estrelas e quando sentia as pálpebras fecharem levantava a cabeça e me mexia. Mesmo assim continuei Neto começou a me xingar, e xingar e de repente ficou calado. Aquilo não era um sinal ruim. Aquilo era um péssimo sinal. Mas talvez meu estado mental lento nao tivesse notado. E do nada, três sombras de tamanhos diferentes cobrem toda a minha visão. Foi tão rápido que não pude nem gritar "Ai".

"TRIPLOOOOO COMMMMBOOOOOOOOOOO"

Tinham os três fdp's simplesmente se arremessado sobre meu corpo moribundo e sobre ele permanecido alguns segundos que pareceram uma eternidade. Especialmente eternos quando alguém mantem o braço pressionando seriamente sua garganta, te impedindo de respirar!! Resultado: 2 dias com fortes dores no corpo e a marca das minhas costas gravadas sobre a areia de maneira perene. Pode tacar agua que não sai!! Tenho que selecionar melhor minhas amizades, assim eu vou pro breeejo!!! ahuiashuiaehuaeiui. No meu tempo isso era montinho. Mas agora virou triplo combo. Evolution...

O ápice da brincadeira foi lá perto das 4 da manha. Eu, num estado quase vegetativo sentado na cadeira enquanto alguém comia (pode acreditar, eu NÃO lembro!) peguei um copo de coca. Depois de dar uma bicada, minha Mao simplesmente afrouxou no copo, derramando todo o conteúdo na mesa. PQP!!! E depois disso falando de qualquer coisa eu falaria Wellington ou invés de Bife. Meu mundo agora era editado quadro a quadro, uma lentidão mental. Eu estava prestes a desligar. E a coca derramada, mas eu não conseguia nem sentir indignação por tamanha heresia. E chamei o negao pelo nome!! Eu NUNCA havia chamado o Bife pelo nome ahuahauhaua. Estava num torpor mental nunca antes experimentado. E claro, Carlos Albert se fez em cima dessa derrota. A coisa tava feia mesmo...

E quanto eu notei, já era hora sair voltar pra casa....

Uma derrota, o maricleyson, farofa, milho, sungas de dinossauro, biquínis esvoaçantes, Paris Hilton e Amy sei-la-o-que, Mi-roba fashion Week Mobile.... ingredientes legais de uma noite muito agradável

Ótima noite :)

Aos amigos, com carinho...

E o que sempre quero é estar com vocês, meu amigos.

Nao importa se com uma ou duas onças na carteira, ou apenas com a grana da coca de 2L (mesmo que quase nunca tenha só a grana da coke).
Nao importa se fexado num quarto jogando videogame ou se nas luzes estonteantes de uma noitada.
Ou Olhando aquela saia curtinha ou aquela franjinha de partir o coração.
Se rindo de uma maldade não socializada mas que foi pescada no ar.
Ou fugindo do estouro de uma manada Drow em plena 1º de dezembro.
Se jogando conversa fora num jogo demorado de rpg que nunca é pelo jogo em si mas simplemente porque tem muitas historia pra contar do decorrer da semana.
Ou fazendo aquela DR do trabalho que não foi feito.
No fundo da sala, num tédio atordoante, naquela aula de Bioética.
Ou vendo amigos ganharem novos codinomes pelas mãos trêmulas de um bêdado.
Ou fazendo uma declaração de amor gravada num jogo de verdade ou conseqüência.
Ou aquela queda feia no futebol de sabão.
Não importa se no msn ou via scraps irritantes de orkut
Não importa se antes ou depois daquela prova derrotada
Nem do trabalho que não tenha dado certo
Ou naquele tedio engraçado de ficar olhando para o teto, deitado na cama
Nem imitanto o "mudinho"
Nem daquela morte dolorosa no Líder depois de concluir que ninguém tinha idéia de aonde ir.
Tampouco daquela vala na Doca.
Ou da coke premiada com gosto de ferrugem do PDV depois da fartura da Tia-Hut.
Ou da chateação de saber que ninguém vai a lugar algum depois da aula de Hemato, em plena sexta feira a noite.
Ou do jogo de rpg que alguem não possa comparecer
Mesmo com estrepes na neve
Ou ajudando aos amigos na superação de uma perda
E não importa,
Pouco importa
Seja a distancia
Ou adversidade
O que eu quero é sempre estar perto de vocês.


Eu os amo. E hoje foi somente um dia em que me dei conta disso acima de tudo. Estejam cientes disto:


Abílio e Tia Bia, (mestre maldito sua Digníssima Hobbit)
Rodrigo Sumo, (Filho do Dono!! Ahuahua)
Mauricat, (Que legal!)
Joseph, (Mas meus amigos...)
Adriano (VrN ou Negão msm, whatever..),
Neto, (O bom moço...)
Beckz0r e sua mala sem alça (Dani...),
Carlos Albert, (I S2 coke!)
Maranhão, (Porque esse eu conhezu...)
JohN (som de risadas estridentes ao fundo)
Patíxia (Posso falar??)
Caol (A imita-tudo)
Chris ( =DDDDDDDDDD)
FressSka, Laurinha (Fressssssssska eeeeeeeu??)
Mayra (Maýýýýra?)
Vanity (ai meu deus, nãooooo)
Renatinha (Meu orgulho!!)
Soraia (Artilheira absoluta!)
Lalah Serra ([ajeita os óculos] ai, to estressada!!)
Thiago Rachid (Amiiiiiiigo)
Jhuly (Minha Succubus predileta...)
Mariza (Única...)
Karlinha (Se é que ainda há algo dela...)
Léo (em mim nãO!!)
Bruno (Um abraço ae pra galera do balé!!)
Fernanda (saudade...saudade...)
Jojo (Go up??)
Marinaaaaa (mta saudade di tu) \o/
Flavinhaa (Sereiazinha)
Mila (Dooguu)
Naiana (Hobbit tb)
Buma (Me esqueceu...)
Tati
Roger (Não vai dar tempo)
Tainá (tatahhhhhhhhhhhhhhhhh, atualizando!)

Espero não esquecer ninguém \o_


Diogo Costa, 10 de maio de 2008, às 1:15

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Ode à Doca...

(Carlos Alberto está digitando uma mensagem)

"Doca:
Uma Vala fétida, úmida, descorfortavel, habitada e visitada constantemente por criaturas singulares..
Entretanto, palco de histórias e acontecimentos que nenhum outro lugar desse mundão de meol deus pode proporcionar..
Como poderei um dia viver sem a doca ? acho mais facil deixar de gostar de maniçoba e de tomar coca-cola do que parar de ir na doca..
No mesmo banco.. na mesma vala.. estarei sempre lá.. nao importa se fisicamente.. ou no pensamento.. a Doca mora nu meu coração.. xD

Ode à Doca... By Netinhuuuu

PS: As batatas Slight são as melhoresssss !!! são mais crocantes e torradinhas que qualquer outra.. xD

Mais Um Dia Feliz Na Doca..

HAuhUahhAHhAHuhuHAuhUAH"


Tô pra ver algo mais à la "A Praça é nossa" do que esse comentário do carlos albert. ¬¬'

A Doca realmente é um péssimo lugar. Não há nada visualmente atrativo naquilo. Afinal, são carros à sua frente e uma vala imunda nas suas costas. Mas as situações que acontecem lá dificilmente aconteceriam em outro local, nao sei bem explicar. Parece uma mística realmente estranha e exclusivista.

A Doca atrai por tudo aquilo que não consegue oferecer...

3 vivas às Docas!


Vivaaaaaaaaaaaaaa

Vivaaaaaaaaaaaaaaaaa


Vivaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa \o/

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Dia 08-07, quanta porcaria!!! ahuaehuae

Iae, povo :D

Como teve muita bizarrice acontecendo num mesmo dia, dividi os acontecimentos em 3 “pequenas” crônicas:

1- Agora eu acredito no gnomo do pote de ouro!!!

2- Leo e sua alcunha final!

3- Leo no Orkut!

Agora eu acredito no gnomo do pote de ouro!!!

Mais um dia entediado, mais um telefonema ao leo ao Carlos Albert e, mais uma vez, Doca. Às vezes, a Doca cria um devaneio em minha pessoa onde ela lembraria muito, mas muito remotamente, Veneza. Só quem sem gôndolas, gondoleiros, sem casas rústicas e sem história. Ou seja, a Doca é sim como a Veneza. Só que sem o Gramour.

Cheguei, desci e lá estavam os três. Carlos Albert com aquelas batatas-palha disgusting. Esse gordo fdp não para de comer essas porcarias. Não parece ter um pingo de pena das camisas dele que ficam quase fundidas ao corpo dele tamanha a adesão corporal. Sabe aqueles adesivos? Poisé. Leo também estava lá em sua forma corpórea e com uma bermuda comprada na “Mi-Roba Jeans Style”. Show de bola (ou jeans?). E também estava o Bruno, com seus comentários bipolares que ora te fazem rachar de rir ora te fazem verter copiosas lágrimas. Nem tentem imitar. Só ele consegue alcançar esse efeito com perfeição. E, no meio deles, uma CokE, já chegando na metade, fato que fez minha preocupação igualmente chegar só a metade. Que bom.

Ah, mas a Coke tava fria/morna. Parecia um péssimo sinal para um início de noite.

Ou não...

Conversas ao leo pra cá, conversas ao leo pra lá, de repente o Carlos Albert nota, há uns vinte e tantos metros de distancia, uma figura de quem eu particularmente sou fã.

Diogo (Gestos frenéticos e desmunhecados): Inhaaaaaaaainnnnnnnnnnnnnn Byxaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Henrique nos olha, abre um sorriso e vem em nossa direção como uma diva saltitante, um Bambi contemporâneo.

Diogo: Oiiiii byxa, que saudade. Bate amiga, bate!! (estende a palma da mão na vertical)

Henrique (dando um tapinha de volta): OoOoOi meu amor! Que saudades, também!!

Às apresentações! Conheço o Henrique há muito tempo, não sei dizer o quanto! E ele ainda nem havia decidido pelo caminho do arco-íris e fazia questão de afirmar que tinha umas namoradinhas que, no fundo, todos sabiam não existir nas vias de fato. Sabe como é, né? Nem sempre é fácil sair do armário. Ah, ele também é irmão do Leo (OOoOOoohhhhh....)

A menos que você seja um homofóbico assumido, um nazista, um skinhead ou um simpatizante do finado apartheid, estar com Henrique por perto significa apenas uma coisa: rir do início ao fim.

Então a Byxa começou a nos falar de sua vida babadíssima. Falou sobre entrar na política (Se cuuuiiiida Clodovil!!) e sobre as fofocas e picuinhas do mundo rosa que jamais terminam, apesar de gravitarem sempre ao redor das mesmas coisas.

O que gosto no Henrique é sua capacidade de fazer do asfalto que ele pisa um palco permamente. E ele o faz sem necessariamente ser forçado demais, ridículo ou mesmo medíocre. Por isso que é engraçado. Byyyyyyyyyxa eu so teu fã!!!!!!! :D

(“Set me free...” Henrique não parava de cantar este trecho da música fazendo gesto como se estivesse num show de travecos. Mto hilário)

Estacionado à nossa frente, havia um carro de lanche. Um tal de BetoGrill, algo assim. E lá ele ficaria, sem chamar nossa atenção, porém, quando os donos chegaram, abriram as portas traseiras do veiculo e começaram a armar a “barraca” ao nosso redor. Ou seja: de um lado, cadeirinhas. Do outro, cadeirinhas. E nozes, ali, no meio, como aquele porre chato que atrapalha o movimento, que nem consome e nem desocupa a mesa. Legal né? O engraçado é que a doca inteira estava quase vazia mas justamente ali eles resolveram ficar. Olhamos, rimos e continuamos a conversar.

Mal sabíamos que secretamente o casal de churrasqueiros estava bolando um plano diabólico e quase fatal.

Notei que a esposa do churrasqueiro nos olhava com um ar de riso. Se para nozes, que estamos “acostumados”, o Henrique é hilário, faça idéia para quem não esta. O que não notei é que entre o casal havia uma terceira figura. Havia um molequinho, aparentando seus cinco ou seis anos e ele tinha outro detalhe também: qualquer pessoa que o visse tinha a nítida impressão que se tratava daquele tipo de criança que tem apenas um objetivo no mundo: encher a paciência dos outros. É daqueles que você sente vontade de dar um cascudo só de olhar (mesmo que negue isto até a morte).

E o pirralho veio em nossa direção. Já havia escolhido sua vitima. (Set me free...) Ele olhava para o Henrique com uma mistura de curiosidade e descontentamento. Como um cachorro que não consegue mijar num poste muito alto por um motivo qualquer, desconhecido. O pigmeu falava coisas meio sem sentido, ora ininteligíveis ora levemente entendidas pelo contexto. Péssima dicção. Mas parecia que estávamos cometendo um serio pecado em estarmos ali, quietos e conversando. Minha maldade quis aflorar. Estive a ponto de dizer que se ele continuasse a falar daquele jeito horrível eu teria que chamar a Mônica pra dar cabo dele, mas pensei que talvez fosse algo forte demais – apesar de não menos merecido – para de dizer a ele. Então eu ri sozinho por um bom tempo. (Set me free....) Eu ali, sentado, olhando o moleque quase no mesmo nível e o Henrique lá nos altos também me fazia pensar no Henrique como um grande arco-íris e o pirralho, pelo tamanho, como o gnomo guardião do pote de outro (tava mais pra gremlin do pote de ouro, mas whatever), nos “pés” do arco-íris. E minha perspectiva em relação à cena acentuava seriamente esta impressão e, junto com ela, a comicidade daquilo tudo.

Mas aí, veio o tapa....

O garoto retarded, ouvindo um comentário do Bambi em dado momento (“Essa mulher é um Ó”) foi correndo para a dita cuja dizendo:

“Mãe, mãe, ele ti chamou dioh

“Quê, meu filho?”

Oh mãe, dioh

“Do que tu estas me chamando?” Perguntou ela, sorrindo.

“Nada”

E nisto, vimos o moleque passar na surdina e posicionar-se às costas do Henrique (que fdp ladino! Preparou um sneak attack pra byxa!!) e lascou um tapa nas costas dele (HADDOOOOUKENN!!!!!!!!!!!!). Saiu correndo, tão ou mais saltitante do que o próprio Henrique seria capaz de fazer.

Nestas horas, é incrível como a única coisa que parece habitar este mundo são os grilos...

Cri... Cri... Cri...

Cri...

Cri...

...

Com a cena eu fiquei catatônico, Neto paralisado, Leo quase fica incorpóreo e o Bruno nem vi como ficou. Mas a byxa, meu beim, quem disse?! Não perdeu a pose um segundo que fosse! (Set me free...) Jamais eu presenciara alguém receber um tapa-de-tuberculoso como aquele de um pirralho desconhecido com tamanha desenvoltura!

Vejam como o plano era diabolicamente simples. Nozes, atrapalhando o movimento, tínhamos que sair. A mãe, conhecendo a peste do filho, pede que ele vá “brincar” conosco. O moleque prontamente obedece, nos enche a paciência, estica nossas camisas e nozes, por mais emputecidos que estivéssemos, jamais poderíamos levantar um dedo que fosse. Afinal, era uma criança apenas (eu prefiro pensar nele como um pequeno bezerro nazista, vai ser chato assim no inferno!!)

E a esta altura a única coisa que escutávamos eram os alvéolos pulmonares do Henrique entoando uma triste canção....ela começa assim:

“Set me free....”

aHEUIAHEOIUHaioushaIUEHuiashiuAHEOUIahoeuihAUIOEHIOAuehiouaEHIUOAheiuo

Leo e sua alcunha final.

Depois do susto todo, o solo já tocava novamente meus pés e o papo voltara ao normal sem que, naturalmente, deixássemos Henrique esquecer que fora brutalmente espancado por um gremlin com metade do tamanho dele. (Set me free...) E, papo vai, papo vem, começamos o milionésimo debate sobre a verdadeira idade do Leo.

(Minhas costas doem...)

Há quem diga que ele festeja sua milésima primavera. Outros, mais comedidos, afirmam que sua idade tem a mesma progressão dos caninos. Ou seja, proporção de 1 para 7(ele deve ter lá pelos seus 23 anos humanos...entao 23 x 7 = 161 velinhas \o/). E há quem também afirma que ele já nasceu na terceira idade mesmo. As teorias são inúmeras. No entanto, depois de anos de peleja, parece que Carlos Albert deu um fim definitivo ao espinhoso dilema, com a seguinte afirmação:

Carlos Alberto: O Leo Na verdade é o Último romântico.

Nooooossa, porque porque? Ele é fã do LuLu Santos? Ou será porque é um rapaz sensível, delicado, amoroso, dengoso, companheiro, fofo, lindo, gosta de escrever poemas e faz declarações lindas e serestas também??? Aaaaaaaaaaiii eu quero casar com o leeeeoooo!!!”

Carlos Alberto: Aff...nem pô...é que ele nasceu naquela época mesmo...

Ah, tah! ¬_¬”

(5 minutos de risadas intensas....)



PS: Só eu continuo Nameless...REVOLTAAAAADO COM ISSO, até o leo já tem a dele...

Mimimimi~~

Leo no Orkut

Leo, depois de começar a usa o MSN light, agora resolveu aderir de vez aos meios de comunicação modernos de massa. É O LEO NO ORKUT!!!

Bem, precisamos de idéias. Eu achei completamente perfeito uma foto de uma lâmpada incandescente para o profile dele. Viria bem a calhar. Estou pensando numa descrição do “quem sou eu” E as comunidades deles...

Rede Celpa, Espíritos de luz, Minha luz incomoda muita gente,

Guerreiros da Luz, Seja luz por onde você passar, Eu odeio ficar sem luz,

Luz no fim do Túneo, Apagão é o CaRa***!!, Minha Luz nunca se apaga, Mensagens de

Luz, Sabre de Luz? Eu SOU uM!!, Tenho minha própria luz, Zé da Luz,

A luz do poste apaga qnd passo, Quero/preciso ser LUZ no mundo, O Buscador da Luz,

Luz Clarita (?? aheuihaeiuae), Eu sou um Guerreiro da Luz!,Eu Teleporto que nem o

Goku!, Forma etérea: eu tenho a minha!, Terror das lâmpadas, ETc, etc, etc...

Aff, cheeega!! Mas vamos lá, ta lançada a idéia do leo no Orkut! Ahuahaua.

Cada pé tem sua sandália...

O coméntário de hoje nao envolverá nomes para preservar a privacidade dos presentes no acontecido.

Happy hour
. Quatro amigos (e uma namorada) comendo e bebendo à vontade em algum lugar de Belém. E papo vai, papo vem, o foco da conversa volta-se para a namorada. Afinal, ela é o que chamados de "diferente". Em termos de estilo, preferencias sexuais (UUUii...), idéias. E claro que a parte das preferências sexuais, visto que ele falava disto com certa naturalidade e até uma boa desenvoltura, virou o tema da mesa. Em um dado momento, ela falava de sua experiências com amigas (que maravilha...) enquanto o namorado (uma besta) balançava a cabeça negativamente, em desacordo.

Eu: Hein?! Que foi já? Tu nao gosta?! Duas mulheres rapaz, fantástico

Namorado Besta: Eu não... o que é meu, eu nao divido com ninguém! Nem com mulher!

Eu: Pai do céu, porque destes asas a Pinguins?!

E a conversa continuou, eu chamado o namorado besta de pinguin, ela falando um pouco da sua vida, bebidas, comidas, tudo normal. Até que o casal foi ao banheiro e ficamos os três lá. Um de nozes, entendendo que os dois combinavam bem, disse a seguinte coisa:

- É cara, cada pé tem sua sandália...

O outro amigo concordou, e eu tambem concordei. Só que enquanto eles se afastavam, observei, olhei...e nao pude conter a maldade. Tive que completar:

- É cara...mas esse dái....é um sapatão!!

3 amigos: MEEEEEEU DEEEEUS askPOEHiauehUIASHIuoashiUASHIUhaeiuhSUIOHauiosh
IUOAEHIUsahiuAHEIUoshiuoAHEIUOhauihaeuihIAUHauiehUI
IUOAEHIUsahiuAHEIUoshiuoAHEIUOhauihaeuihIAUHauiehUIIUOAEHIUsahiuAHEIUoshiuoAHEIUOhauihaeuihIAUHauiehUI
IUOAEHIUsahiuAHEIUoshiuoAHEIUOhauihaeuihIAUHauiehUI

Precisei ir ao banheiro. Minha bexiga estava prestes a explodir!!!! :P

terça-feira, 1 de julho de 2008

Hora de acordar??! (Som de sinos, apitos e a gardalhada da John)

Amanhã tem cinema. Reunião da tropa. Engraçado né, quantas vezes fomos ao cinema durante o semestre??? Ou melhor, quantas vezes teve um cinema durante 3 anos de curso?? É de partir o coração ver o quão parada minha turma é. Bem, a turma não, mas as pessoas de quem gosto. Povo lento. Mas eu os adoro, fazer o que né??? Hum, falta Tempo??! Muitas preocupações? Dinheiro? É, as mesmas velhas e desbotadas desculpas de sempre. Patético, i'd say. Se formos pensar que cada mês possui quatro finais de semana então teremos, 24 finais de semanas em 6 meses. E, ao longo do curso, creio que tivemos algo como 144 ou 145 finais de semana. É muita coisa. Mas aí vem a pergunta: quantos destes aproveitamos para estarmos perto um dos outros??? Dirão que foram 144 finais de semana sem dinheiro, tempo e cheios de preocupações? Não digam isto. Ainda não tomei cafe ;D

Minha turma não tem memória. É o que eu sempre digo. Pergunte à qualquer pessoa sobre a última vez que a turma se reuniu e provavelmente verá olhos perdidos em algum lugar muito distante no tempo a ponto da resposta talvez levar alguns minutos para aparecer. O que irão lembrar quando isso terminar?? "Ahh...na faculdade eu estudei. Estudei....e ah!!! Também estudei! Viu que legal?!?". Parabéns! E teus amigos, como era?? "Hein?!? Humm...não lembro muito bem, devo ter saído com eles três ou quatro vezes..." NOoooSsa, é uma boa média para o último mês, né? "Err...mas isso foi durante o curso inteiro". o.O
Povo parece esquecer daquela lição mais do que batida sobre as pequenas coisas. E quer saber? Por serem pequenas é muito comum que não sejam percebidas (depois o míope sou eu!!), no entanto, quando não estão mais lá, do mesmo modo, raramente deixam de serem notadas. Acompanhe meu raciocínio e veja como é verdade o que digo. Depois que recebermos o canudo, não tem mais aula, não tem mais nada que nos conduza diariamente ao mesmo lugar, nos mesmo horários. E aí?? Ahhh....aí vai bater a vontade de saber como tá aquele(a) seu/sua amigo(a). Mas pode já ser dificil entrar em contato com ele. E você, nos seus afazeres, pode adiar uma simples ligação e então aqueles dias já viraram meses. E pode apostar, não se espante quando notar que já faz um ano que você não tem notícias daquela pessoa tão querida. Sim, é assim mesmo que acontece. Tolos e acomodados...
Eu sei, é um prognóstico não muito agradável. Mas nada ainda está perdido. Ainda temos tempo, felizmente. Quando em três anos de curso eu vi tanta urgência numa reunião simples como ir a um cinema? Nunca! Ao que me parece, mesmo que nem percebam isto, alguns sentidos estão se aguçando e, quem sabe, adquirindo umas lentes de contato na Ótica-da-Vida mais próxima de sua casa. Muito bom, muito bom.

E, felizmente, nunca é tarde para entender a importância da rotina, da companhia, dos sorrisos, das cocas da padaria, das pizzas da Tia Hut, das noites em bares, da correria deste curso que, de uma forma ou de outra, nos uniu. É importante ter algo para se recordar, my friends. E espero que a maioria de vocês perceba isto antes que a vida e as resposabilidades se agigantem como um muro difícil de transpor, drenando suas forças, tranformando vontande em sonhos distantes e a saudade daquelas pessoas queridas em um leve - porém latente - tormento.

Nisto, duas coisinhas:

"O presente é a sombra que se move separando o ontem do amanhã. Nela repousa a esperança." (Frank Lloyd Wright)

"O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo." (Mario Quintana)

3 vivas ao cinema! VIVA VIVA VIVAAAAAAAAAAAA \o/ :D



Um beijo! =*