A chapinha é um momento sagrado. É um penar que vale a pena. É o ápice de um visual que, apesar de efêmero, causa tremendo impacto aos nossos corações masculinos. É quando nossas queridas gatas borralheiras se transformam (E porque não também dizer “se transtornam”) em lindas Cinderelas, prontas para deixar qualquer príncipe – ou sapo, deixando os contos de lado – lambendo suas lindas e cristalinas sapatilhas.
Notório é o sigilo deste momento. Quantas vezes fui expulso de um quarto fosse por namoradas ou ficantes que me faziam esperar um bom tempo lá fora sozinho e isolado, tendo que agüentar um irmão mala, uma tia encalhada ou uma mãe desconfiada? E tudo isso enquanto as belas dondocas trancafiavam-se em suas torres até a hora de saírem de lá exuberantes?? Perdi as contas! Mas sempre me perguntei o porque disto. E também sempre esquecia de comentar, já que quando as olhava, well, pode-se dizer que meu foco era miseralvemente perdido!
Já nos tempos “atuais”, conheci uma das pessoas provavelmente mais interessantes depois de eu mesmo: A John. Jeanne Hippolyte aos menos íntimos. A nossa historia é bem engraçada. Já fomos nos chegar um ao outro quase na metade do curso com uma frase memorável que me fez apaixonar cegamente. “Vamos de Táxi, Diogo?? Ah, ta, me desculpa. É que não estou acostumada..... *não se deve dizer como a frase termina*”. Mas para encurtar conversa foi ela quem solucionou esse enigma pessoal de anos. O teor da conversa foi simples e direto, como os que a conhece bem sabem. E era algo assim:
John: Ai não acredito que tu estás me vendo fazer chapinha
Eu: Sim porra, e daih?
John: E daí nada, agora eu REALMENTE sei que nunca vamos transar
Eu: Ah éeeee, é? Ahuauhauha e porque, posso saber?
John : Porque?!? Eu to fazendo chapinha na tua frente! Tu tens noção do que é isso?!?
Eu: Não!
John: Quer dizer que nossa intimidade agora não permite qualquer aproximação sexual!!!
Bem, esta conversa não está na íntegra, claro, apenas dei o sentido que ela teve. Uma direção para o que mais ou menos a John me revelou naquele dia. “Então é isso?”, pensei. Dividir este momento sublime significa tornar-se uma “amiga”? Alguém com o qual não se deve, sob hipótese alguma, manter qualquer laço mais....hmmmm...estreito.
Se esta é a resposta ou não, deixo a critério da especulação de cada um responder. O que sei é que de uma maneira muito estranha e hilária termino pro agradecer os milhares de chutes que tomei, brigas e unhadas enquanto era expulso de tantos quartos da minha vida!!
Obrigado meninas
Valeu John, my brother!! aauhuhauha
Notório é o sigilo deste momento. Quantas vezes fui expulso de um quarto fosse por namoradas ou ficantes que me faziam esperar um bom tempo lá fora sozinho e isolado, tendo que agüentar um irmão mala, uma tia encalhada ou uma mãe desconfiada? E tudo isso enquanto as belas dondocas trancafiavam-se em suas torres até a hora de saírem de lá exuberantes?? Perdi as contas! Mas sempre me perguntei o porque disto. E também sempre esquecia de comentar, já que quando as olhava, well, pode-se dizer que meu foco era miseralvemente perdido!
Já nos tempos “atuais”, conheci uma das pessoas provavelmente mais interessantes depois de eu mesmo: A John. Jeanne Hippolyte aos menos íntimos. A nossa historia é bem engraçada. Já fomos nos chegar um ao outro quase na metade do curso com uma frase memorável que me fez apaixonar cegamente. “Vamos de Táxi, Diogo?? Ah, ta, me desculpa. É que não estou acostumada..... *não se deve dizer como a frase termina*”. Mas para encurtar conversa foi ela quem solucionou esse enigma pessoal de anos. O teor da conversa foi simples e direto, como os que a conhece bem sabem. E era algo assim:
John: Ai não acredito que tu estás me vendo fazer chapinha
Eu: Sim porra, e daih?
John: E daí nada, agora eu REALMENTE sei que nunca vamos transar
Eu: Ah éeeee, é? Ahuauhauha e porque, posso saber?
John : Porque?!? Eu to fazendo chapinha na tua frente! Tu tens noção do que é isso?!?
Eu: Não!
John: Quer dizer que nossa intimidade agora não permite qualquer aproximação sexual!!!
Bem, esta conversa não está na íntegra, claro, apenas dei o sentido que ela teve. Uma direção para o que mais ou menos a John me revelou naquele dia. “Então é isso?”, pensei. Dividir este momento sublime significa tornar-se uma “amiga”? Alguém com o qual não se deve, sob hipótese alguma, manter qualquer laço mais....hmmmm...estreito.
Se esta é a resposta ou não, deixo a critério da especulação de cada um responder. O que sei é que de uma maneira muito estranha e hilária termino pro agradecer os milhares de chutes que tomei, brigas e unhadas enquanto era expulso de tantos quartos da minha vida!!
Obrigado meninas
Valeu John, my brother!! aauhuhauha